ࡱ> ON"( / 0LDArialԖe0Ԗ0ll-a0@ . @n?" dd@  @@`` @8\6  0AA@!@ʚ;ʚ;g4LdLdd -a0ppp@ <4dddd8))0l 0___PPT10 ppZ___PPT9<4 ?6# "Actividade ldicaO  =Actividade Ldica  !A actividade ldica, aparentemente desvinculada da queixa, pode diminuir a ansiedade do cliente, que se sente menos ameaado para se expressar de forma que parece ser controlada apenas por ele prprio.  "Ficcionado a realidade, vai-se mais ao fundo da verdade"(Manuel Alegre) "Para as crianas a brincadeira a parte mais sria da vida"(J Soares) "Nossa dor uma dor representada: nossa representao fica sempre suspensa da representao. Nossa vida uma vida representada" (Friedrich Nietzsche) "A imaginao mais importante que o conhecimento"(Albert Einstein) "Por trs do nome h o que no se nomeia"(Jorge Borges)P;> 4+b9 G @5  Ludoterapia ! XO terapeuta perante a Ludoterapia est em constante contacto com as emoes da criana. YY 8Cabe ao terapeuta compreender e auxiliar a criana neste processo comunicativo com o seu eu e o outro, atravs do reconhecimento e aceitao das suas emoes sem julgamentos ou preconceitos.8YX Comportamento inadequado "$! a maneira que a criana tem em dizer:  Esta a melhor maneira que tenho para sobreviver neste mundo Ver a criana tal como ela se apresenta, e auxilia-la no seu reencontro, a finalidade da ludoterapia>))AZ  A criana precisa de se sentir livre, para poder ser aquilo que deseja, libertar-se dos sintomas e expressar-se de forma consciente, para que possam de uma forma saudvel ser criativo, e respeitar aquilo que sente, pensa, intui e percebe.A importncia de Winnicott$!A partir da obra de Winnicott, com o desenvolver do conceito  fenmeno transitivo , o jogo ganha outra dimenso. Para Freud o jogo era apenas um meio de comunicao entre o analista e a criana. Para Klein era uma sada de emergncias fantasmticas da criana.  Z : Para Winnicott a sade mental no a ausncia de sintomas. a capacidade de enfrentar a angstia a agressividade sem se perder o sentimento de si, sentimento da continuidade de existir. aceitar deixar-se arrastar pelos seus fantasmas sem ter medo de se dissolver ou de enlouquecer. 2!Z !Pelo jogo o terapeuta ajuda a criana (mesmo sem uma linguagem verbal), numa evoluo, compreender o que nele  mau , ansiognico ou inquietante sem ter medo de perder a sua identidade e integridade. BExperimentao Lugar imprescindvel para a perptua tarefa humana de manter as realidades internas e externas separadas, ainda que inter-relacionadas Substncia da iluso (mais tarde ex. arte e religio), aqui onde encontramos a similaridade das experincias ilusrias, raiz natural do agrupamento entre seres humanos.NP3P3 (Winnicott  Brincar * (! $Ambos (terapeuta e criana) tm de estar disponveis para o brincar. O brincar das crianas aplica-se aos adultos, a descrio que se torna mais difcil. Expressa-se na escolha das palavras, nas inflexes da voz, na verdade, no senso de humor. Teoria do brincar!hO beb e o objecto so um s. O objecto repudiado e aceite de novo e objectivamente percebido, processo complexo e altamente dependente da figura materna, esta participa ao devolver o que abandonado. (inicio do brincar  controlo mgico (playground, espao entre a me e o beb, e que os deve unir) Ficar sozinho, mas a pessoa de confiana permanece disponvel quando lembrada (reflecte-se no brincar). Introduz o seu prprio brincar aceitando ou no a introduo de ideias que no so dele. Prepara o caminho para brincar em conjunto e num relacionamento. L4" PP5 8Para Winnicott 2(( (!Brincar s por si teraputico. sempre uma experincia criativa. Experincia na continuidade espao-tempo. Uma forma bsica de viver. A sua precariedade deve-se a esta se encontrar sempre entre o subjectivo (quase-alucinao) e o que objectivamente percebido (realidade compartilhada). Existe uma evoluo directa dos fenmenos transicionais para o brincar, do brincar para o brincar partilhado e depois para as experincias culturais.DP&,k _$Na procura do  EU ! somente no brincar que a criana ou adulto pode ser criativo e utilizar a sua personalidade na integra. Somente ao ser criativo o individuo encontra o seu self.  0` 33` Sf3f` 33g` f` www3PP` ZXdbmo` \ғ3y`Ӣ` 3f3ff` 3f3FKf` hk]wwwfܹ` ff>>\`Y{ff` R>&- {p_/̴>?" dd@,|?" dd@   " @ ` n?" dd@   @@``PR    @ ` ` p>>  (    6  `}  Y%Clique para editar o estilo do ttulo& &2  0Ē  `  nClique para editar os estilos de texto do modelo global Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel8   o  0˒ ^ `  >*  0В ^   @*  0Ւ ^ `  @*b  <d޽h ?"` 3380___PPT10.@ " DModelo de apresentao predefinido0 0 &(     0x P    P*    0T     R*  d  c $ ?  2  0  0  nClique para editar os estilos de texto do modelo global Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel8   o  6 _P   P*    6P _   R*  H  0޽h ? 3380___PPT10.@ m$0  $(  r  S |&B  r  S ْP   H  0޽h ? 3380___PPT10.@ " 0 @(  r  S z  H  0޽h ? 3380___PPT10.@?s$ 0 P$(  r  S A+ `}  + r  S lO+'g( + H  0޽h ? 3380___PPT10.8E<$ 0 p$(  r  S + `}  + r  S @+'g + H  0޽h ? 3380___PPT10.:E0($ 0  $(   r  S 4+#c  + r  S  +'g + H  0޽h ? 3380___PPT10.'g  H < 0޽h ? 3380___PPT10.E(L: 0 @:(  @r @ S LMqt    @ S S'g  "P@08XH @ 0޽h ? 3380___PPT10.E]J} 0 D$(  Dr D S e `}   r D S f `  H D 0޽h ? 33___PPT10i.EPK+D=' Y= @B +} 0  H$(  Hr H S t@   r H S t'g  H H 0޽h ? 33___PPT10i.E&>+D=' Y= @B +r\`"2,56 8; F=PE{HJLnOr? ACQOh+'0& `h  Actividade Ldica  Utilizador Utilizador36Microsoft Office PowerPoint@:a>@b@@){G%g  W  y---$----$----$ ----$  ----$----$----$----$----$----$----$----$ ----$ "" ----$"$$""----$$%%$$----$%&&%%----$&((&&----$(**((----$*,,**----$,--,,----$-..------$.//..----$/11//----$12211----$23322----$34433----$45544----$56655----$67766----$78877----$89988----$9;;99----$;<<;;----$<==<<----$=>>==----$>??>>----$?@@??----$@AA@@----$ABBAA----$BCCBB----$CDDCC----$DEEDD----$EFFEE----$FGGFF----$GHHGG----$HJJHH----$JKKJJ----$KLLKK----$LMMLL----$MNNMM----$NOONN----$OQQOO----$QRRQQ----$RSSRR----$STTSS----$TUUTT----$UWWUU----$WYYWW----$YZZYY----$Z\\ZZ----$\]]\\----$]^^]]----$^``^^----$`bb``----$bddbb----$dhhdd----$hiihh----$immii----$mqqmm----$quuqq----$uxxuu---'@Arial-.  2 q 08."Systemh8-@Arial-.  2 q-.-@Arial-.  2 q12.-@Arial-.  2 q-.-@Arial-.  2 q2006.-@Arial-. 2 qC Actividade l.-@Arial-.  2 qT.-@Arial-.  2 qUdica.-@Arial-. 2  Actividade L.. !2  Actividade L.-@Arial-.  2 O.. ! 2 N.-@Arial-.  2 Udica.. ! 2 Tdica.-@Arial-. 2 4A actividade l.-@Arial-.  2 4/.-@Arial-. =2 41$dica, aparentemente desvinculada da .-@Arial-. W2 <5queixa, pode diminuir a ansiedade do cliente, que se .-@Arial-. 2 Dsente menos amea.-@Arial-.  2 D:.-@Arial-. 62 D<ado para se expressar de forma .-@Arial-. H2 L+que parece ser controlada apenas por ele pr.-@Arial-.  2 Ll.-@Arial-. 2 Lnprio. .-՜.+,0     yApresentao no ecr{RD Arial#Modelo de apresentao predefinidoActividade Ldica Diapositivo 2 LudoterapiaDiapositivo 4Comportamento inadequado Diapositivo 6A importncia de WinnicottDiapositivo 8Diapositivo 9Diapositivo 10Winnicott BrincarTeoria do brincarPara Winnicott Na procura do EU Tipos de letra usadosModelo de apresentaoTtulos dos diapositivos"_WR rUtilizadorUtilizador  !"#$%&'()+,-./0123456789:;<=?@ABCDEGHIJKLMPRoot EntrydO)Current UserFSummaryInformation(*&PowerPoint Document({RDocumentSummaryInformation8>